sábado, 29 de outubro de 2011
Enfim "Memórias de minhas putas tristes" de Gabriel Garcia Marquez chega aos cinemas
Numa co-produção entre os governos da Dinamarca e da Espanha, além do estado mexicano de Puebla, e das empresas Femsa e Televisa, o romance ”Memórias de minhas putas tristes”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez, será levado aos cinemas com um orçamento de US$ 8 milhões.
Campeão de vendas nas livrarias, “Memórias de minhas putas tristes”, enfim chegará às telas, marcando a volta de um mestre do cinema europeu, cada vez mais bissexto nas telas: o dinamarquês Henning Carlsen, que surpreendeu os anos 60 com “Dilema” e “Fome”, e, há tempos, refugiou-se na produção de curtas-metragens. Para o projeto de “Memórias...”, rodado no México, com codireção de Ricardo Del Río, Carlsen conta com a colaboração de um mito do roteiro: o francês Jean-Claude Carrière, parceiro de mestres como Luís Buñuel (“O discreto charme da burguesia”) e Andrzej Wajda (“Danton — O processo da revolução”).
“Memórias de minhas putas tristes” é o sétimo longa-metragem baseado na obra de García Márquez realizado nesta década. Nos últimos dez anos, sua literatura serviu de matéria-prima a realizadores como o moçambicano radicado no Brasil Ruy Guerra (“O veneno da madrugada”) e o inglês Mike Newell (“O amor nos tempos do cólera”). Em 2009, a Colômbia, em coprodução com a Costa Rica, adaptou “Do amor e outros demônios”, com direção da estreante Hilda Hidalgo.
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